Silêncio mudo,
de penitência e calma,
na quietude crente do meu olhar...
Que tem por corpo, o morto da tua alma,
no som lento de um caminhar.
E toda uma tristeza vem,
no cansaço da minha imensidão...
De um não ser... E ser ninguém,
da dor presente na solidão.


